Pular para o conteúdo principal

11 de Setembro...10 anos!!!


Desde o 11 de Setembro de 2011, a noção de que religiosos radicais eram capazes de se suicidar levando consigo milhares de pessoas inocentes, tudo em nome da fé, acabou criando uma aversão generalizada aos muçulmanos...

A chamada "islamofobia" é um sentimento cego, ignorante e racista, uma reação aos absurdos cometidos por um grupo de terroristas que representam um porcentual ridículo do to­­tal de seguidores do Islã (são mais de 1,5 bilhão no mundo todo)...


Na realidade, o islamismo é extremamente diverso e nada tem de monocromático. Reúne pessoas de diferentes origens étnicas, culturais e sociais; são árabes, europeus,chineses, indonésios, africanos,  e americanos e nenhum membro, só por ser muçulmano, é um terrorista!!!

Propagada em larga escala pelo governo de Geor­­ge W. Bush, a mídia internacional logo cunhou a expressão “terrorismo islâmico”. O professor de Filosofia Jamil Ibrahim Iskandar considera as aspas da frase anterior um dos maiores equívocos do mundo pós-11 de Setembro, uma “tragédia da mídia americana”, para usar suas palavras...

“É um erro epistemológico sem precedentes”, diz, argumentando o professor, que a mídia acabou desconstruindo a palavra Islã, en­­quanto países islâmicos, na realidade, não pactuam com os terroristas...

De todos os legados ruins que a data de 11 de Setembro trouxe, uma delas é o enorme preconceito contra os muçulmanos, um absurdo que foi amplamente propagado e que até hoje ainda é motivo de ódio e medo contra membros de uma religião que prega o amor, o universalismo e a igualdade entre seus membros...

É preciso que conheçamos mais o Islã e aprendermos a respeitá-lo como uma religião forte, que fala de Deus e que é a religião monoteísta que mais cresce no mundo e não rotularmos, a todos, como terroristas!!!


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mises: A ação como ato de liberdade!

Caro amigo, para que você se sinta mais confortável com escreverei a seguir, vou pedir que você se acomode bem antes de dar prosseguimento à leitura desta postagem, caso esteja em um ônibus sentado, coloque seu fone de ouvido para abafar o som externo do ambiente; estando de repouso em casa, sugiro uma xícara saborosa de café ou chá para que se atente ainda mais ao texto; na hipótese de estar no trabalho, sugiro que você faça a leitura somente durante o seu horário de almoço, assim poderá ler com calma e certificará um entendimento claro do que foi lido, pois o que pretendo abordar, requer uma concentração grande no momento da leitura.
Após indicações de amigos e de minha enorme curiosidade em pesquisar e aprender, fui "seduzido" com a ideia de conhecer mais a fundo o trabalho do economista austríaco Ludwig von Mises, para poder entender e analisar com vocês aqui no blog, um pouco do pensamento deste autor que vem sendo "descoberto" mais recentemente no Brasil.
Ludwi…

Mobilidade Urbana, um desafio para os novos gestores!

A mobilidade urbana, isto é, as condições oferecidas pelas cidades para garantir a livre circulação de pessoas entre as suas diferentes áreas, é um dos maiores desafios que os próximos gestores municipais enfrentarão em seus próximos mandatos, não somente em Porto Alegre, mas como na grande parte das cidades brasileiras. O crescente número de veículos individuais promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes cidades, principalmente nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos. Além da qualidade dos serviços de transporte público e concessões públicas, onde discussões inócuas acabam por desviar o foco do real problema que atinge o setor, quase que impossibilitando a movimentação nas grandes cidades.

O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal no meio da década passada para o mercado automobilístico (como a …

Quanto mais governo, menos cidadão!

Eu realmente não gosto de reclamar de governo. Acredito que é uma enorme perda de tempo e desgaste fazer isso.  E também acredito que não se trata de uma atitude inteligente. Estou convencido de que é muito mais proveitoso ignorar toda a bagunça e imoralidade e se concentrar em coisas melhores e mais produtivas. Mas não tenho como ficar quieto quando observo alguns disparates que são cometidos por grupos que foram, durante anos, tutelados pelo Estado e que começam a perceber que o pensamento da maioria da população já não aceita mais isso.  Falo de uma parcela de organizações de sociedade ainda se encontra emocionalmente acorrentada ao Estado, e (a menos que você trabalhe para o governo e tenha um alto salário, ou seja um grande empresário que obtenha subsídios e privilégios protecionistas do governo (em ambos os casos, você se deu bem), creio que é válido demonstrar o quanto é danoso esse relacionamento "promiscuo" com o Estado. Dessa forma, vou escrever sobre algo que não re…