Pular para o conteúdo principal

Amizade Antiga!!!

A história de amizade entre homem e cão começou cerca de 15 mil anos atrás no leste asiático.

Foi lá que, segundo estudos publicados ano passado da revista Science, antepassados humanos domesticaram os primeiros lobos, que se tornaram cachorros - como os conhecemos hoje - e acompanharam seus donos na travessia do Estreito de Bering para colonizar as Américas, entre 12 mil e 14 mil anos atrás.

Chegando ao Novo Mundo, os migrantes preferiram não cruzar seus animais com lobos americanos, preservando sua herança genética original. Ou seja, todos os cachorros modernos, do minúsculo pincher ao grande dog alemão, descendem de um mesmo grupo de lobos asiáticos.

As diferentes raças teriam surgido de cruzamentos múltiplos realizados pelo homem ao longo dos últimos 500 anos, e não de origens genéticas diferentes, segundo os pesquisadores.

Uma das equipes, coordenada por Peter Savolainem, do Instituto Real de Tecnologia da Suécia, analisou o DNA de 654 cães domésticos, representando todas as populações caninas existentes, e 38 lobos eurasianos.

A outra, liderada por Carles Vila, da Universidade Uppsala, também na Suécia, estudou as características genéticas de antigos fósseis caninos das Américas. Os resultados fortalecem a hipótese da origem comum e indicam que os cachorros se espalharam rapidamente pelo mundo com o homem, logo após serem domesticados.

Que os cães evoluíram dos lobos não é novidade, mas até agora não era possível dizer como e quando exatamente essa evolução ocorreu.

Pelas informações genéticas, o processo de domesticação teria se iniciado entre 15 mil e 40 mil anos atrás. Como o fóssil mais antigo de um cachorro já encontrado - na Alemanha - data de 14 mil anos, a primeira estimativa seria mais correta, segundo os pesquisadores.

A domesticação também teria ocorrido dentro de um único grupo de lobos asiáticos, provalmente lobos-cinzas da China, em vez de vários tipos domesticados em diferentes regiões

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mises: A ação como ato de liberdade!

Caro amigo, para que você se sinta mais confortável com escreverei a seguir, vou pedir que você se acomode bem antes de dar prosseguimento à leitura desta postagem, caso esteja em um ônibus sentado, coloque seu fone de ouvido para abafar o som externo do ambiente; estando de repouso em casa, sugiro uma xícara saborosa de café ou chá para que se atente ainda mais ao texto; na hipótese de estar no trabalho, sugiro que você faça a leitura somente durante o seu horário de almoço, assim poderá ler com calma e certificará um entendimento claro do que foi lido, pois o que pretendo abordar, requer uma concentração grande no momento da leitura.
Após indicações de amigos e de minha enorme curiosidade em pesquisar e aprender, fui "seduzido" com a ideia de conhecer mais a fundo o trabalho do economista austríaco Ludwig von Mises, para poder entender e analisar com vocês aqui no blog, um pouco do pensamento deste autor que vem sendo "descoberto" mais recentemente no Brasil.
Ludwi…

Mobilidade Urbana, um desafio para os novos gestores!

A mobilidade urbana, isto é, as condições oferecidas pelas cidades para garantir a livre circulação de pessoas entre as suas diferentes áreas, é um dos maiores desafios que os próximos gestores municipais enfrentarão em seus próximos mandatos, não somente em Porto Alegre, mas como na grande parte das cidades brasileiras. O crescente número de veículos individuais promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes cidades, principalmente nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos. Além da qualidade dos serviços de transporte público e concessões públicas, onde discussões inócuas acabam por desviar o foco do real problema que atinge o setor, quase que impossibilitando a movimentação nas grandes cidades.

O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal no meio da década passada para o mercado automobilístico (como a …

Quanto mais governo, menos cidadão!

Eu realmente não gosto de reclamar de governo. Acredito que é uma enorme perda de tempo e desgaste fazer isso.  E também acredito que não se trata de uma atitude inteligente. Estou convencido de que é muito mais proveitoso ignorar toda a bagunça e imoralidade e se concentrar em coisas melhores e mais produtivas. Mas não tenho como ficar quieto quando observo alguns disparates que são cometidos por grupos que foram, durante anos, tutelados pelo Estado e que começam a perceber que o pensamento da maioria da população já não aceita mais isso.  Falo de uma parcela de organizações de sociedade ainda se encontra emocionalmente acorrentada ao Estado, e (a menos que você trabalhe para o governo e tenha um alto salário, ou seja um grande empresário que obtenha subsídios e privilégios protecionistas do governo (em ambos os casos, você se deu bem), creio que é válido demonstrar o quanto é danoso esse relacionamento "promiscuo" com o Estado. Dessa forma, vou escrever sobre algo que não re…