Pular para o conteúdo principal

Minha Coluna no Site do CAP

A velha imprensa

Pode parecer pouco, ou quase nada. A imprensa sabe bem qual não deve ser o seu lugar: dos fuxicos, das intrigas, dos pormenores não existentes. No entanto, permanece fazendo sempre a mesma coisa: distorcendo, distorcendo, distorcendo.

Foi o que ocorreu ontem, em alguns sites de notícias. O que parecia natural, acabou virando manchetes desproporcionais - na tentativa de criar intrigas entre Geninho e a torcida - que ama o treinador que tem pela história e identidade que ele traz consigo.

Pois bem. Após a conquista dos três pontos diante do Vitória, eis que Geninho vai para a coletiva de imprensa. Nas entrelinhas diz que alguns jogadores não têm condições psicológicas de atuar na Arena pela pressão que a torcida exerce e pelas críticas, nos primeiros erros. Foram poucas palavras, mas que viraram um verbo conjugado inteiro, em todos os tempos, de todas as formas, nos sites Terra e na Gazeta Esportiva.

Entre outras coisas, disseram que Geninho reclamava da torcida e pedia apoio ao time.Em que momento ele reclamou da torcida? No máximo, disse que os jogadores se sentiam pressionados e alguns deles. Reclamação? Não ouvi nenhuma. E olha que o Site Oficial traz a entrevista completa para aqueles que quiserem conferir de perto o que disse Geninho. Mas então por que a polêmica? A resposta é simples: tentativa de criar desconforto, de criar notícia que venda audiência e público, vontade desenfreada de ver o Atlético Paranaense perder.

As notícias, claro, não são assinadas por qualquer jornalista. Elas foram escondidas pelo anonimato da informação. Como diz Juarez Villela Filho, numa crítica que me chegou ontem às mãos, Geninho apenas disse literalmente que "a equipe está sentindo muito a cobrança das arquibancadas, então o aspecto psicológico pesou na partida e os jogadores deveriam se sentir empurrados, mas os torcedores mostram impaciência e basta o primeiro erro para começarem as críticas".

Geninho sempre foi um claro entusiasta da torcida atleticana e sempre mostrou o valor do grito da nação atleticana e seu incentivo junto ao crescimento do Atlético na competição.
Enquanto a notícia desagrega, o Furacão segue vencendo, fazendo o seu papel. E que as críticas infundadas não atinjam a Nação Atleticana - unida neste momento com o objetivo de vitória.

E que elas venham!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Mises: A ação como ato de liberdade!

Caro amigo, para que você se sinta mais confortável com escreverei a seguir, vou pedir que você se acomode bem antes de dar prosseguimento à leitura desta postagem, caso esteja em um ônibus sentado, coloque seu fone de ouvido para abafar o som externo do ambiente; estando de repouso em casa, sugiro uma xícara saborosa de café ou chá para que se atente ainda mais ao texto; na hipótese de estar no trabalho, sugiro que você faça a leitura somente durante o seu horário de almoço, assim poderá ler com calma e certificará um entendimento claro do que foi lido, pois o que pretendo abordar, requer uma concentração grande no momento da leitura.
Após indicações de amigos e de minha enorme curiosidade em pesquisar e aprender, fui "seduzido" com a ideia de conhecer mais a fundo o trabalho do economista austríaco Ludwig von Mises, para poder entender e analisar com vocês aqui no blog, um pouco do pensamento deste autor que vem sendo "descoberto" mais recentemente no Brasil.
Ludwi…

Mobilidade Urbana, um desafio para os novos gestores!

A mobilidade urbana, isto é, as condições oferecidas pelas cidades para garantir a livre circulação de pessoas entre as suas diferentes áreas, é um dos maiores desafios que os próximos gestores municipais enfrentarão em seus próximos mandatos, não somente em Porto Alegre, mas como na grande parte das cidades brasileiras. O crescente número de veículos individuais promove o inchaço do trânsito, dificultando a locomoção ao longo das áreas das grandes cidades, principalmente nas regiões que concentram a maior parte dos serviços e empregos. Além da qualidade dos serviços de transporte público e concessões públicas, onde discussões inócuas acabam por desviar o foco do real problema que atinge o setor, quase que impossibilitando a movimentação nas grandes cidades.

O Brasil, atualmente, vive um drama a respeito dessa questão. A melhoria da renda da população de classe média e baixa, os incentivos promovidos pelo Governo Federal no meio da década passada para o mercado automobilístico (como a …

Quanto mais governo, menos cidadão!

Eu realmente não gosto de reclamar de governo. Acredito que é uma enorme perda de tempo e desgaste fazer isso.  E também acredito que não se trata de uma atitude inteligente. Estou convencido de que é muito mais proveitoso ignorar toda a bagunça e imoralidade e se concentrar em coisas melhores e mais produtivas. Mas não tenho como ficar quieto quando observo alguns disparates que são cometidos por grupos que foram, durante anos, tutelados pelo Estado e que começam a perceber que o pensamento da maioria da população já não aceita mais isso.  Falo de uma parcela de organizações de sociedade ainda se encontra emocionalmente acorrentada ao Estado, e (a menos que você trabalhe para o governo e tenha um alto salário, ou seja um grande empresário que obtenha subsídios e privilégios protecionistas do governo (em ambos os casos, você se deu bem), creio que é válido demonstrar o quanto é danoso esse relacionamento "promiscuo" com o Estado. Dessa forma, vou escrever sobre algo que não re…