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Minha coluna no site do CAP

Também quero um abraço

Parece algo mágico, mas eu mesmo pude comprovar. A partida era contra o Cruzeiro. Os torcedores prometeram abraçar a Arena em um gesto de apoio ao Clube Atlético Paranaense e cumpriram a promessa.

Foi quase um abraço casual, rápido, com compromisso com a paixão e com a raça rubro-negra. O resultado foi sofrimento intenso a partida inteira e o selo que marcou o começo da virada rubro-negra. Não houve mais qualquer derrota, poucos os momentos de empate e muitas as agonias.

Vimos chutes para fora, quando só poderiam entrar para o gol; faltas desnecessárias; empates nos últimos instantes de partida. O coração quase pára, quase deixa de bater, tamanho o sofrimento, tamanha a desilusão, tamanho o medo de não conseguir vencer.

Mas vencemos, pontos e pontos acumulados e o risco de rebaixamento está cada vez mais longe. Ainda não o deixamos, mas estamos conseguindo colocá-lo no lugar onde deve ficar: um pouco mais longe. Basta agora mais um empate na partida com o Náutico.

Ou melhor, do que isso, uma vitória contra o time pernambucano e levaremos ao Atlético para longe do risco e pronto para a festa do dia 7 de dezembro.Pensei por algum tempo sobre isso: o risco de rebaixamento.

Pensei sobre o abraço atleticano e definitivamente tive a certeza que o abraço atleticano é maior do que muitos remédios ministrados em consultórios brasileiros.

O abraço atleticano é um abraço carregado de sentimento, de emoção, daquele torcedor que briga noite e dia para conquistar um mesmo espaço: o espaço da união. É, também quero um abraço atleticano!

Comentários

Sérgio Barbosa disse…
Henrique
Excelente coluna, alias, como sempre, parabéns
Saudações Rubro Negras
Mary "Furacão" disse…
Henrique Querido
Que bom ter vc escrevendo de volta aqui e no site do CAP, adoro o que vc escreve
Beijão

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